Hot Pocket. Um produto da Klabin (post 12)

Lanche que vai direto do freezer ao microondas, utiliza papelcartão que suporta grandes variações de temperatura e preserva totalmente o sabor original do alimento. 

Sempre aplicando inovação e alta tecnologia no desenvolvimento de papéis para embalagens e embalagens de papel, a Klabin é a fornecedora do papelcartão que embala o Hot Pocket, lanche lançado pela Sadia que vai direto do freezer ao microondas e fica pronto para consumo em apenas dois minutos. O papelcartão da Klabin é o único do País que reúne todas as características necessárias para o acondicionamento e cozimento do produto. O novo lanche precisa de uma embalagem que suporte grandes variações de temperatura e preserve totalmente o seu sabor original.

Entre os diferenciais do papelcartão estão rigidez e resistência ao rasgo, além da baixa absorção de água, logo_hotPocket%5B1%5Dpara tolerar as condições encontradas na cadeia, tais como envase, armazenamento, distribuição e consumo. 

O papelcartão, produzido pela Unidade Monte Alegre da Klabin, no Paraná, também possui o certificado do instituto ISEGA (Alemanha), garantindo que pode ser utilizado em contato direto com alimentos. O ISEGA analisa uma série de elementos, com base nas legislações americana (Food and Drug Administration – FDA) e alemã (Bundesinstitut für Risikobewertung – BfR).
 
 Além disso, toda fibra utilizada na produção do cartão é proveniente de florestas plantadas detentoras do selo FSC (Forest Stewardship Council), considerada a mais respeitada entidade do mundo em sustentabilidade. O papelcartão utilizado na embalagem é fabricado com fibras 100% virgens branqueadas pelo processo “Total Chlorine Free” (TCF), ou seja, sem uso de cloro. A ausência da substância no branqueamento evita posterior agressão ao meio ambiente.

May 27, 2009 at 11:59 pm Leave a comment

klabin é premiada no Rio com sua arquitetura (post 11)

Projeto criado pela Ana Couto Branding & Design para Klabin leva prata no Wave Festival in Rio

O projeto de ambientação da sede da Klabin, desenvolvido e realizado pela consultoria estratégica Ana Couto Branding & Design, conquistou a prata de Design Corporativo ou Identidade de Marca no Festival Wave, realizado entre 11 e 13 de maio no Copacabana Palace, no Rio de Janeiro.  A categoria integra a área de Design da premiação, klabinque vem se consolidando como uma das mais importantes da América Latina no segmento de criação. “O objetivo do projeto foi traduzir no ambiente de trabalho a personalidade da marca Klabin que tem como atributos tradição e inovação, aproximando a atividade da empresa de sua imagem”, explica Ana Couto, CO da consultoria. Esta foi a segunda edição do Wave Festival, que recebeu 1.113 peças inscritas. Deste número, 161 foram premiadas, sendo distribuídos cinco Grand Prix, 31 ouros, 51 pratas e 79 bronzes.

May 27, 2009 at 11:55 pm Leave a comment

Klabin prevê investimento de 300 milhões (post 10)

SÃO PAULO, 15 de abril de 2009 – A Klabin, maior produtora, exportadora e recicladora de papéis do Brasil, prevê um investimento de R$ 300 milhões para 2009, o que representa uma queda de quase 50% em relação ao ano anterior, quando foram investidos R$ 587 milhões. Para o ano passado, o montante projetado era de R$ 800 milhões. As informações foram anunciadas hoje por Reinoldo Poernbacher, diretor geral da empresa, durante a reunião pública da Associação dos Analistas e Profissionais de Investimento do Mercado de Capitais (Apimec-SP). Segundo Poernbacher, a companhia, que completa 110 anos de existência e 30 anos de capital aberto neste mês, tomou medidas para preservar o caixa e fazer frente a atual situação econômica mundial.

Entre as ações previstas pela empresa está a revisão do cronograma de paradas de manutenção, que serão antecipadas nesse ano. A planta de Otacílio Costa, com sede em Santa Catarina, teve suspensa suas atividades em março. Já a interrupção das operações na instalação de Monte Alegre, no Paraná, está prevista para o final de maio e terá duração de oito a 12 dias.

De acordo com Edgard Avezum, diretor comercial de cartões, esse período de suspensão das atividades poderá ser estendido. O executivo explica ainda que as paradas de manutenção são anuais e, geralmente, ocorrem no segundo semestre – final do mês de agosto e início do mês de setembro -, uma vez que o mercado interno nesse período é mais fraco. Para sustentar a manutenção das fábricas, a Klabin realiza estocagem nos meses que antecedem a parada.

Além disso, a Klabin reduzirá o plantio florestal com recursos próprios e reduzirá as compras de madeira de terceiros. Segundo Poernbacher, a compra mensal de aproximadamente 60 mil toneladas de madeira, passará para 5 mil toneladas. “Essa medida gerará uma economia de R$ 1,5 milhão”, afirmou o diretor.

Para contribuir com a preservação do caixa, a companhia já concedeu férias coletivas nas fábricas de papel reciclado em Piracicaba (SP) e em Iguapimirim (RJ) no mês de fevereiro; e suspendeu temporariamente as atividades na unidade de produção de papel reciclado em Ponte Nova (MG) na segunda semana de março. Poernbacher afirma que não há previsão de retomada das operações em Minas Gerais. Nessa mesma fábrica, 118 funcionários forma demitidos.

A empresa também reduzirá a compra de aparas e disponibilizará menos kraftliner para exportação. “O mercado de kraftliner no exterior está ruim”, frisou Poernbacher. Diante disso, a Klabin estruturou sua produção para que houvesse aumento do consumo desse material no mercado interno. O novo arranjo permitirá que as fábricas de papelão ondulado utilizem o kraftliner em detrimento do papel reciclado, cuja produção foi suspensa.

A Klabin também está em processo adiantando de renegociação de todos os contratos de fornecimento de matéria-prima, manutenção e serviços, que visa minimizar os riscos de inadimplência, uma vez que há falta de crédito para seus clientes. “Apesar de todos esses cuidados, não estamos imunes a surpresas”, concluiu Poernbacher, na oitava apresentação da empresa na reunião da Apimec, ocasião em que ganhou o Selo Assiduidade Ouro.

May 27, 2009 at 11:46 pm Leave a comment

Desmatamento – O outro lado da moeda (post 09)

A  taxa exata na razão da qual as florestas estão atualmente sendo destruídas no mundo não são conhecidas, uma vez que não tem sido feito um censo global desde 1990. Naquela época, uma área de aproximadamente 150.000 km2 de floresta tropical, equivalente ao tamanho do estado de São Paulo, tem sido destruída a cada ano. Também uma área semelhante de florestas tem  sido destruída ou degradada anualmente. Na média, a taxa de destruição aumentou durante os últimos anos em função de desmatamento irregular e clandestino no Brasil e na Indonésia.

As florestas ao redor do mundo estão sob pressão. As florestas tropicais estão rapidamente desaparecendo principalmente devido ao corte da madeira, exploração mineral, construção de hidroelétricas e a ocupação desordenada da terra em geral.

A temperatura e o crescimento das florestas tem sido destruídas pela indústria de papel e madeira. A vida de nossos indígenas está indeterminada e todo ano milhares de espécies de animais e plantas desaparecem da face da terra.

No Brasil, a Mata Atlântica se estende desde o estado mais ao sul do país, o Rio Grande do Sul, até o estado do Ceará, na região do Nordeste brasileiro, compreendendo uma extensão de 5.000 km. Esta região costeira abrange diferentes altitudes e pode ser classificada em diferentes ecossistemas, caracterizados por uma extensa biodiversidade. Devido a forte pressão populacional exercida pelo processo de urbanização do litoral brasileiro, as florestas vêm sendo drasticamente devastadas. De um total de mais de um milhão de florestas nativas intocadas, restam, atualmente, somente 50.000 km2, espalhadas em pequenas áreas pelo país.

A destruição da Floresta provém do desmatamento das encostas dos morros, assim como o incontrolável corte de madeira, da agricultura, da produção de carvão vegetal e da ocupação imobiliária desordenada.  

Algumas áreas da floresta tropical são ricas em metais preciosos como o ouro e a prata. Grandes depósitos de alumínio, ferro, cobre e zinco também são encontrados. Uma infra-estrutura de desenvolvimento e uma afluência de mineiros nas áreas de matas não-exploradas inevitavelmente resulta em desflorestamento. A contaminação pelo mercúrio (usado na extração de ouro) é também comum.

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Governos e corporações tendem colocar a culpa da destruição nas ações dos proprietários da terra e dos invasores. Mesmo assim em países como o Brasil, planos governamentais tem deliberadamente encorajado a colonização das florestas tropicais.  Observa-se que os pequenos agricultores são forçados por empresas agrícolas mais bem estruturadas à deixarem suas próprias terras e a adentrarem em áreas de florestas nativas.

Muitas coisas que nós compramos contribui para a devastação da Florestas Tropical. Madeiras nobres, tais como Mogno, Peroba e  Embuia são exemplos clássicos. Plantações de frutas tropicais são freqüentemente encontradas em áreas onde no passado havia uma floresta tropical ou de mata nativa. Algumas companhias estão ainda envolvidas em grandes projetos industriais que ajudam a destruir a Floresta Tropical.  

May 27, 2009 at 11:44 pm Leave a comment

Em 2009 a Klabin completou 110 anos! (post 08)

Empresa recebeu a visita do presidente Luiz Inácio Lula da Silva para marcar a data.

A Klabin, maior produtora e exportadora de papéis do Brasil, está fazendo 110 anos. A data foi marcada com uma visita do presidente da República Luiz Inácio Lula da Silva, hoje (14), à principal unidade produtiva da empresa, localizada em Telêmaco Borba (PR). O presidente visitou a nova máquina de papel da Klabin, MP9, mais moderna máquina de papelcartão do mundo, inaugurada em setembro último, e participou da cerimônia pelos 110 anos da empresa.
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“Quando eu vejo uma máquina de papel como essa da Klabin e fico sabendo que 75% das peças dessa máquina foram feitos no país, eu pergunto: quem é capaz de não acreditar no Brasil?”, comentou o presidente sobre o Projeto MA-1100 da Klabin.

Lula destacou também o privilégio de visitar uma empresa de 110 anos ressaltando dois aspectos para o sucesso de uma companhia como a Klabin. “Eu tenho convicção de que 50% dessa história foram construídos pela competência de uma boa gestão e os outros 50% pelo amor e dedicação de todos os profissionais da Klabin.”

“Eu saio da Klabin realizado por saber que o Brasil possui competência para ser líder no setor de papel e celulose no mundo”, declarou. E disse que os “60 milhões de hectares de áreas degradadas” existentes hoje no país podem abrigar o maior projeto de florestas plantadas do mundo, tornando o Brasil o maior produtor mundial de papel e celulose.

Atual líder nacional dos segmentos de papéis e cartões para embalagens, embalagens de papelão ondulado e sacos industriais, a Klabin faz aniversário reunindo marcos importantes no desenvolvimento industrial do país, decisivos para impulsionar sua trajetória de empresa brasileira centenária.

“A Klabin colocou o Brasil na vanguarda da tecnologia de produção papeleira ao trazer as mais modernas máquinas disponíveis à época, técnicos especializados e todos os insumos que melhoravam a performance da celulose”, observa Miguel Lafer, presidente do Conselho de Administração da Klabin. “É com esse impulso permanente, movido pelo trabalho, pela busca do novo e da superação que a companhia atravessou décadas conhecendo avanços que trouxeram o vigor com que se expandiu – e inovou – ao longo do século 20”, afirma.

De fato, já na fundação da Klabin Irmãos e Cia., em 1899, os irmãos Maurício, Salomão e Hessel Klabin e o primo Miguel Lafer, imigrantes lituanos, enxergavam a necessidade de papel que o Brasil teria no futuro imediato e iniciaram a empresa adquirindo uma pequena tipografia e importando materiais de escritório.

A partir daí a empresa avança para consolidar sua vocação de indústria papeleira, importando da Europa modernas máquinas de papel, melhorando o desempenho da celulose e construindo sua primeira fábrica, que entra em operação na capital São Paulo. Nas décadas de 20 e 30, a Klabin Irmãos & Cia. tem grande impulso de crescimento e transforma-se num dos mais importantes grupos do país, se expandindo rapidamente e diversificando suas atividades.

Em 1946, é inaugurada no Paraná a Unidade Monte Alegre. A Klabin escrevia o primeiro capítulo da produção de papel em grande escala no Brasil e estabelecia um marco no desenvolvimento da indústria nacional, já que uma parcela da demanda de mercado interno de papel imprensa passa a ser suprida por uma empresa brasileira.

Com a fábrica do Paraná, um projeto inovador de manejo florestal começou a ser concebido e, nos anos 60, ganhou seu formato definitivo, que se tornou uma marca de sustentabilidade da Klabin no mundo antes mesmo de o termo ser difundido. Trata-se do mosaico florestal, forma pela qual a Klabin mescla suas áreas de florestas plantadas no PR com extensas áreas de matas nativas intactas, que preservam os corredores de biodiversidade e favorecem a proteção da fauna e flora locais.

A Klabin também avança no capítulo da governança – com a criação da nova lei de Sociedades Anônimas, em 1979, foi estabelecido o Conselho de Administração, que encaminhou o processo de profissionalização da empresa. E, no mesmo ano, a empresa dá início à negociação de suas ações em Bolsa de Valores de São Paulo, completando hoje 30 anos de abertura de capital.

Em 1998, tornou-se a primeira empresa do setor de papel e celulose do Hemisfério Sul a ter suas florestas certificadas pelo FSC (Forest Stewardship Council, no português Conselho de Manejo Florestal), selo verde mais reconhecido do mundo. Possui o certificado também para a Cadeia de Custódia de Cartões, Papéis para Embalagens, Sacos Industriais, Embalagens de Papelão Ondulado e Papéis Reciclados.

Em 2002, a Klabin passou por um profundo processo de reestruturação financeira que culminou com a venda de alguns ativos. Com isso, centrou seus negócios na fabricação de papéis e cartões para embalagem e embalagens de papel, foco atual dos negócios da empresa. Atua também na produção e comercialização de madeira em toras. Hoje a Klabin é a maior produtora e exportadora de papéis do Brasil, respondendo por 75% dos embarques. Possui 17 unidades industriais no Brasil e uma na Argentina.

Segue sendo pioneira. Em setembro de 2008, a Klabin concluiu o seu Projeto MA-1100, uma nova fábrica de papelcartão, utilizado nas embalagens longa vida, de alimentos frigorificados ou a seco, produtos de limpeza, cosméticos e bebidas, entre outros.

Instalada na Unidade Monte Alegre, a fábrica, concebida como um projeto sustentável e, por isso, chamada de “fábrica ecológica”, ampliou a capacidade produtiva total da companhia de 1,6 milhão de toneladas anuais de papéis para embalagens para 2 milhões de toneladas anuais. Com investimento de R$ 2,2 bilhões, o Projeto MA-1100 transformou a Unidade Monte Alegre em uma das 10 maiores fábricas integradas de papel e celulose do mundo, posicionando a Klabin como a sexta maior fabricante global de cartões de fibras virgens. Neste início de século 21, novamente, a Kla.

May 27, 2009 at 11:40 pm Leave a comment

Uma rápida análise do comportamento das ações da Klabin no mercado financeiro (post 07)

A Klabin deverá apresentar um desempenho superior às demais ações do setor de papel e celulose em 2009 por estar menos exposta à exportações (que deverão sofrer redução por conta da crise financeira mundial) e estar mais presente no mercado interno, acreditam analistas de mercado ouvidos pela Agência Leia. Isso porque o Brasil tende a ser menos afetado pela crise internacional do que os países desenvolvidos, embora não esteja imune a ela. A Klabin é a maior produtora de papéis e embalagens da América Latina, e é a líder isolada em vendas no Brasil. A empresa vende parte da sua produção para outros países, mas as exportações de papelcartão, por exemplo, tiveram início há pouco mais de três anos. No ano passado, as ações mais líquidas da companhia (KLBN4) recuaram 47,12%, a menor desvalorização do setor; mas, mesmo assim, as perdas foram superiores às do Ibovespa, que no acumulado de 2008 recuou 41,22%. “O fato de a Klabin ser voltada ao mercado interno é um grande diferencial em relação a outras empresas do setor”, afirma Felipe Ruppenthal, analista do setor de papel e celulose da Geração Futuro Banco de Investimentos. Para ele, diante da desvalorização do preço da celulose no mercado externo e o constante aumento dos estoques por conta da retração da demanda, as atenções de analistas e investidores do setor se voltarão aos produtores de papel. Entretanto, Ruppenthal lembra que ainda não se sabe a duração da crise financeira e qual será, no final das contas, o impacto dela para o Brasil. “E se houver uma recuperação nos preços da celulose antes do previsto as atenções poderão ser revertidas muito rapidamente”, completa o analista da Geração Futuro. Outro fator que faz com que a Klabin se destaque em relação às demais é que ela acabou de finalizar um grande investimento e não tem planos de repetir o feito nos próximos anos. Segundo o analista do setor de papel e celulose da Coinvalores, Marco Saravalle, também é importante o fato de que grande parte do empréstimo necessário para a concretização do projeto MA-1100, que elevou a capacidade de produção de papel da empresa para mais de um milhão de toneladas por ano, veio do BNDES. “O valor será pago em moeda local e a longo prazo. Não existe cenário melhor em tempos de crise”, diz o analista. Saravalle também acredita que o fato de estar direcionada ao mercado interno beneficia a companhia, mas garante que os benefícios em se investir na empresa estão restritos ao curto prazo. “Para o médio e longo prazo não recomendamos a compra de nenhuma das quatro ações mais importantes do setor (além de Klabin, Aracruz, Suzano e VCP)”, completa o especialista. A analista da Fator Corretora Lika Takahashi chama a atenção para outro item que poderá beneficiar a companhia este ano: “Com o término dos ajustes operacionais no projeto de expansão (na unidade de Monte Alegre, no Paraná) em cartões e queda nas cotações de produtos químicos, a Klabin deve se beneficiar do menor custo produtivo”. Desta forma, é esperada uma manutenção das margens operacionais da empresa ao longo de 2009. Mas o desaquecimento econômico, para a analista, deverá ser prejudicial à empresa em função da queda da demanda de papéis para embalagem. “Portanto, para 2009 esperamos menores volumes de papelão ondulado, sacos industriais e kraftliner, tanto no mercado doméstico quanto nas exportações”, afirma Lika, que acredita também que à expectativa de queda dos produtos exportados se contrapõe o efeito positivo da desvalorização do real sobre os preços. Peter Ho, analista do setor de papel e celulose da Planner Corretora, acredita que o aquecimento do setor de embalagens previsto para o primeiro semestre deste ano no Brasil irá beneficiar diretamente a Klabin. “O segmento em que ela atua, no momento, é mais seguro que os demais”, observa o analista. Entretanto, a bonança do segmento poderá, por outro lado, trazer um problema para a Klabin. “O país é um mercado seguro, o que pode fazer com que, mesmo com o dólar desfavorável, muitas empresas de outros países se voltem para cá como forma de garantir as vendas”, explica Ho.

May 27, 2009 at 11:33 pm Leave a comment

Reportagem da Gazeta mercantil dizendo sobre investimentos da Klabin em energia limpa (post 06)

SÃO PAULO, 2 de março de 2009 – A Klabin, maior produtora e exportadora de papéis do Brasil, informou hoje que está investindo R$ 20 milhões na implantação de um sistema de produção de tall oil, subproduto do processamento de celulose de pínus, em sua Unidade Monte Alegre, em Telêmaco Borba (PR). Com isso, a empresa avança em seus projetos de produzir energia limpa, reduzindo o consumo de óleo combustível e, desta forma, a emissão de gases de efeito estufa, possibilitando também a obtenção de créditos de carbono em projetos de MDL (Mecanismo de Desenvolvimento Limpo).

Com o projeto, que tem conclusão prevista para o segundo semestre deste ano, a Klabin passa a ser a única empresa do setor de papel e celulose a fabricar o tall oil, que será usado para geração de energia elétrica, e também pode ser comercializado para ser usado na fabricação de breu, colas especiais e na indústria de sabões, esmaltes e tintas, entre outras aplicações.

A Unidade Monte Alegre da Klabin, reconhecida internacionalmente como fábrica ecológica, já se destaca na produção de energia a partir da utilização de biomassa, ou seja, dos resíduos de madeira originados da atividade florestal da Klabin e do Pólo Industrial de Telêmaco Borba. A fábrica também faz uso do metanol e do iodo obtido a partir do tratamento de efluentes como combustíveis alternativos.

“A produção de energia limpa é mais uma demonstração de que, independentemente do cenário, a Klabin não se desvia do caminho da sustentabilidade”, afirma o diretor industrial da Unidade Monte Alegre, Arthur Canhisares.

O gerente de Recuperação e Utilidades da Unidade Monte Alegre, Marcelo Gasparim, afirma que, além dos benefícios ambientais, o novo sistema de produção de tall oil trará melhorias no processo produtivo possibilitando melhor rendimento e maior estabilidade na fábrica. Hoje a auto-suficiência energética da fábrica chega a 70%. (Redação – InvestNews)

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May 27, 2009 at 11:31 pm Leave a comment

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